Falo de falos frágeis...
Amo intensamente e sigo assim deliberadamente perdendo cada chance de viver um grande amor!
Ai que dor! Como me entregar com feridas ainda sangrando? Como simplesmente amar, quanto e quando?
Um amante, um algoz, quem me ama sempre tão feroz, assustado e infantil...
Homens, meninos mimados cobrando cuidados maternais.
Eu não quero ser ama de boçais que reclamam coisas surreais e se inflamam violentamente me exigindo ser benevolente, mas sequer me tratam como gente...
Para mim nada querem dar, me oferecem o que os interessa, do que quero nem querem saber e depois me cobram o que?
Querem tudo sem oferecer nada, nem ao menos podem se mostrar, eu não posso ao menos questionar, pois são fracos, sempre vão chorar, enchem o saco, não podem nem tentar...
Nunca é real, armadilhas, jogos de amor...
Eu não jogo, vivo de verdade e por isso atacam com maldade.
Sou aquela que não pode ser subjugada, não conseguem me sodomizar sendo assim não podem me agradar, falos frágeis como suas mentes só me broxam e eu vou em frente, mas de novo tão ardentemente eu me dou e impunemente o abuso sofro outra vez.
Algum dia em algum lugar eu serei livre pra amar. Será?
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